sábado, 27 de março de 2010

Josenildo, o guia.

Josenildo inicia, a partir de hoje, uma séria de dicas sobre Belo Horizonte. Aí vão:

Se você resolveu fazer turismo em Belo Horizonte, procure seu psiquiatra! Provavelmente você já está na fase de jogar pedra à lua ou de atirar miolo de pão aos pombinhos da praça sete (ou lugar similar em sua cidade). Mas, caso o remédio não funcione, aqui vão alguns dados.


LOCALIZAÇÃO


Belo Horizonte é geograficamente privilegiada: situa-se a menos de uma hora de vôo dos principais centros urbanos do Brasil – Rio de Janeiro e São Paulo, o que incentiva o próspero turismo de negócios. Visando a explorar tais características e a ampliar a proximidade da cidade com os demais centros urbanos, construiu-se o principal Aeroporto da Cidade(?), que se localiza a apenas uma hora de Teresina e duas de Manaus: o Aeroporto nos Confins, digo, o Aeroporto de Confins.

Situado a uma distância de apenas 800 Km de Belo Horizonte (sete horas de ônibus leito), o Aeroporto de Confins, principal portão de entrada do Nordeste Brasileiro, é moderno e funcional e conta com completa infra-estrutura.

Além disso, viajar via Confins é uma oportunidade única de conhecer os recantos mais inéditos do país! Para ir para São Paulo, por exemplo, o turista , depois de passar por Tucuruí e comer o delicioso pato a tucupi, ainda faz escala em Marajó, onde pode andar de búfalo e entrosar com os nativos aborígenes.

– DICA: aproveite o atraso do vôo para se deliciar, na moderna lanchonete do aeroporto, com o tradicional pão-de-queijo-produzido-e-congelado-em-São-Paulo-e-assado-no-forno-de-Minas, bem como ler o jornal local, o AtEstado de Óbito de Minas, por meio do qual você pode ficar por dentro dos assassinatos, latrocínios e todas as notícias que encantam a terra de JK.

2 comentários:

  1. Grandes cidades tem aeroportos localizados em local distante do centro e outro em areá mais próxima. No que estão usando o aeroporto da Pampulha? Transporte rural?

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  2. Josenildo, neu caro,

    Meu nome é Alaécio Nébias. Deparei-me, por acaso, com sua coluna. Primeiramente, gostaria de parabenizá-lo pela corajosa iniciativa de trazer a público as belezas e peculiaridades da recôndita capital mineira. Encantei-me por esta cidade exótica e ainda completamente desconhecida.

    Seu artigo aguçou-me, ainda, a curiosidade acerca da (assim imagino) efervescente vida cultural do povo nativo dessa cidade. Assim, indago-lhe:

    Quais as baladas mais frequentadas pela mocidade bonita, sadia e de boa família em BH? E, em especial, como vivem e o que pensam as jovens e casadoiras donzelas mineiras?

    Saudações cordiais,
    Alaécio.

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