TRÂNSITO
Belo Horizonte, ao lado de Paris, é conhecida como a Cidade Luz. Seus inúmeros semáforos trazem pueril alegria à cidade e a colorem de verde, amarelo e vermelho, especialmente vermelho.
As ruas de Belo Horizonte são uma atração à parte. Além das ruas que descem subindo, aqui não é exagero dizer que cada quarteirão lhe reserva uma surpresa! Há ruas que te levam a doze avenidas, ruas que te levam a outras ruas que te retornam à rua anterior, ruas que não te levam a lugar nenhum, ruas que andam em círculo, ruas de mão única, ruas de mão invertida e ruas de mão nenhuma (nessas, só se pode andar de ré).
Mas o melhor de Belo Horizonte são os belo-horizontinos! Engana-se quem diz que o mineiro só é solidário no câncer. Ao contrário das outras cidades, nas quais você precisa se preocupar com multas, aqui não há este problema. Cada motorista da cidade, ciente de seus deveres de cidadão, e preocupado com o bem-estar de todos, inclusive dos turistas, auxilia no cumprimento da legislação local. Você pode andar tranqüilo nas vias-expressas de limite de 60 km/hora! O belo-horizontino, desconfiado e prudente como sabido, faz questão de andar a 40 km e, para evitar que algum desavisado seja multado e tente ultrapassar pela esquerda, o motorista faz questão de ocupar esta faixa, ziguezagueando caso se pense em ultrapassar por outra.
Também, vale a pena para o turista visitar o metrô. Ao lado da Rua do Amendoim (que sobe descendo), o Metrô de Belo Horizonte é uma das maiores lendas da cidade (não é à toa que é a principal atração do Museu de Artes e Ofícios). Levando o Nada a Lugar Nenhum, é um verdadeiro passeio às margens do Arrudas animado por personagens da Disney e batuques de pandeiro.
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